A Inteligência Artificial é coisa de direita. É o capitalismocomputer. A coisa toda está na nuvem, dizem, sem relação concreta com as relações do poder. Ora, a nuvem é multinacional, fetichista. A nuvem tem dono, é da burguesia hi-tech. E interfere nos resultados das eleições. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (05.09.2026).
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Meu amigo Ricardo Frota D’Alburqueque Maranhão
Deu aula em cursinho a fim de sobreviver, para onde me levou como professor de literatura brasileira, sabendo que não se podia envelhecer dando aula em cursinho. Nasceu em Piracicaba, 1945, formado em História pela USP, com o tempo tornou-se especialista em alimentação e culinária. Perdão: D’Albuquerque não era especialista em nada. Exímio historiador. Nos momentos cruciais de minha vida lá estava ele. Quando lancei O Príncipe da Moeda no Rio de Janeiro, 1997, trazia na mala um calção para ir à praia numa época em que intelectual não mais ia à praia. Mais velho quatro anos, marxista, comunista, nacionalista, polígrafo, foi preso várias vezes pela ditadura 64 e nunca costeou o alambrado, ou seja, não se corrompeu.
Visitou Leonel Brizola no exílio em Montevidéu a fim de entrevistar o escritor Paulo Schilling. Contou-me que lá havia um gaúcho que dava uns tiros para o alto da janela do apartamento do Brizola comemorando alguma coisa de que não me recordo. Leonel Brizola pedia para o seu conterrâneo conter a euforia: acalma-te! Às tantas Brizola falou para o gauchão sair pelos fundos para não dar bandeira. A resposta foi a seguinte: - doutor Brizola, vai me desculpar, gaúcho não sai pela porta do fundo.
Estava lá Ricardo Frota D’Albuquerque Maranhão chamado por mim pelo telefone para conhecer o físico José Walter Bautista Vidal. Conferência na PUC de São Paulo. Bautista Vidal veio de Brasília para me encontrar. Ágape extraordinário. Uma bela noite paulistana regada a vinhos e delírios conceituais em que o velho D’Albuquerque era mestre em sua dicção oral mais que na escrita, acredito eu. Um dos raros intelectuais que sabia da importância de Bautista Vidal antes e depois do Proálcool. Não era um nefelibata que pensava que o mundo se movesse por conceitos abstratos. Nesta noite estava feliz tomando simultaneamente vinho e conhaque. Voraz na bebida que nem Guy Debord.
Convidou-me para dar uma conferência não sei onde no Ibirapuera sobre Paulo Emílio Salles Gomes, Glauber Rocha e Oswald de Andrade. Às tantas vi um senhor com uma mulher e um guri nas primeiras fileiras chorando, comovido com aquilo que eu estava falando. Fiquei encabulado. Que lance era aquele? No final da conferência apresentou-se: - Eu sou Rudá, filho de Oswald de Andrade. Dizendo que eu estava falando coisas incríveis sobre o seu pai. Quase caí para trás, como se diz no interior caipira de São Paulo. Rudá, filho de Oswald de Andrade e de Pagu, o casal revolucionário do modernismo que juntou lirismo com marxismo. Que nome incrível, Rudá, Heitor Villa-Lobos o musicou em uma constelação onde havia o sol (Guaraci) e a lua (Jacy). Rudá é o deus do amor na mitologia tupi-guarani. Ele estava acompanhado de sua mulher, se não me engano estrangeira, e de seu filho estudante de ciências sociais.
Não tive dúvidas: - Maranhão, vamos beber. Vamos comemorar. Vamos brindar esse jubiloso encontro. Telefonei imediatamente para o meu amigo Gino Sarti dono de uma quadra de tênis onde bebemos chopp de graça até o raiar da madrugada.
D’Albuquerque Maranhão era amigo do cinéfilo Rudá, ainda que não fosse chegado a ver filmes. Acho que não tinha paciência para ficar sentado em uma poltrona de cinema, mas foi um notável fuçador de arquivos históricos, fazendo pesquisas muitas vezes encomendadas sobre os mais diversos assuntos. Por imperativo material, tinha que descolar dinheiro para prover sua família com problemas de saúde. Uma filha sua com Cecília havia morrido em acidente de automóvel em Curitiba. Peguei um avião e fui para lá. Tristeza. Para mim ele possuía todo direito de não se levantar da cama, mas, ao invés de deprimido, deu a volta por cima com alegria à Rabelais com seu riso às escâncaras.
Grandão, parecido com Ernest Hemingway, meio gordo, estabanado e sempre às pressas esbarrando nas cadeiras e nas mesas. Gostava de boteco plebeu e bebia segurando tudo em uma só mão, entre os dedos um copo de cachaça, outro de cerveja e um cigarro ao mesmo tempo. Às vezes na conversa seu olhar ficava parado, mostrando-se solidário com o sofrimento do outro, concordando ou não com o que estava rolando exclamava um indefectível: exato! E que conversa, como sabia conversar. Dando a impressão que a verdade não era mais importante que a verossimilhança. O interlocutor tinha a sensação, como eu várias vezes a tive, que ele era um tipo do outro mundo. Não precisava saber a fundo um assunto para deixar a conversa mais rica e interessante.
Boêmio incorrigível a qualquer hora do dia e da noite. Que prazer encontrá-lo na madrugada errática de São Paulo tendo algum troco no bolso. Adorava comer e acabou dando aula de culinária no final da vida como eu o vi num programa de televisão. Outra semelhança sua com Bautista Vidal que misturava mexilhão com pizza e ketchup. Vocação mulherófila mas nenhum traço de donjuanismo predatório. Nunca moça alguma reclamou de seus galanteios.
Soube que aos 70 anos, solteiro, tinha por curtição dançar nas gafieiras de São Paulo, cidade que amava. Não foi um paulista bobão e alheio ao processo de acumulação do café sugando as outras regiões do país. Conhecia muito bem a literatura marxista, leitor de Gunder Frank, que denunciou o desenvolvimento desigual entre as regiões. Gostava de viajar pelos Brasis. Passou dois dias em minha casa em Petrópolis onde lhe apresentei a História da Alimentação no Brasil de Luís da Câmara Cascudo, estudou com entusiasmo o de comer que já era assunto de sua predileção.
Muito aprendi com esse homem. A morte é uma merda!
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Ser e Medo, Cerimedo
Antes de falar da IA vou fazer uma homenagem ao jornalista Leandro Demori, que primeiro falou sobre o Fernando Cerimedo. Ele botou isso em pauta. Essa falcatrua desse bandido latino-americano pesado, que meteu a mão nas eleições de vários países da América Latina. Toda essa turma ligada na Inteligência Artificial são gangsteres, de olho nas nossas riquezas. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (28.08.2026).
sábado, 29 de agosto de 2026
Não existe IA proletária
Chega de Inteligência Artificial. Agora, não há inteligência proletária artificial, é só coisa para os milionários. Uma gangue burguesa que apoia o Trump. Gente que faz guerra no Irã e na Palestina com a IA. E armando para interferir aqui no Brasil. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (22.08.2026)
sábado, 8 de agosto de 2026
A escrita não me deu Pasárgada
Meu pai queria que eu só falasse, que eu ia me dar mal escrevendo. Eu decidi escrever. Não sei se isso deu frutos. Acho que não. A escrita não me deu Pasárgada. Agora, falando, eu também não vejo os frutos disso, ainda que eu ache que o brasileiro se informe pelo ouvido. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (08.08.2026)
São Paulo não gosta de escândalo
A farsa do Milei no Brasil. Um pau mandado de Trump para embananar o processo eleitoral brasileiro. Mas o destrambelhado acabou fazendo foi uma confusão e tornando-se um grande cabo eleitoral de Lula. Falou palavrão, falou em espanhol, não foi entendido. E mais, com essa, até o Tarcisio dançou. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (01.08.2026)
sábado, 25 de julho de 2026
O Messi ficou contra Milei
Quando o assunto é futebol, meu oráculo é o Nilso Ouriques. E eu vou fazer uma autocrítica. Nem tudo é ruim no futebol, tá bom. Mas é fato que o ruim impera. Por isso eu fiquei estupefato quando os argentinos estenderam a faixa sobre as Malvinas. Até o Messi, que é um nefelibata, cheio de dólares, ergueu a voz contra os ingleses imperialistas. Isso foi muito bom. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (25.07.2026)
Argentina e Inglaterra
Na partida entre Argentina e Inglaterra começo a delirar. Lembro que a Inglaterra vem enrabando a Argentina há tempo demais. Ainda assim, o argentino médio quer ser inglês. O futebol me mostra que quem não tem dinheiro não chega à vitória. O futebol é negociata, é mercadoria. Até a torcida é uma espelho pop desse mundo. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (18.07.2026)
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Cuidado com o futebol
Eu vejo a Copa do Mundo, mas a atenção está na direita popular, que segue em ascensão na América Latina. Como explicar o fato de a direita ser desejada pelo povo? O futebol ajuda nisso, afinal, nele, o jogador é convertido em um empreendedor capitalista. Cada aposta em uma BET atrasa a revolução em 100 anos. Cada gol destes é 50 anos de socialismo a menos. Então, cuidado com o futebol. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (04.07.2026)
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Há que ficar de olho na Argentina
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| O bilionário Peter Thiel |
Pessoas me perguntam se eu não considero que estou tematizando demasiadamente a Argentina e esquecendo do Brasil. Não. Eu sei que podemos voltar a viver um pesadelo. Mas o que acontece na Argentina tem a ver com o que já passados e pode voltar a passar no Brasil. Los hermanos hoje são a vanguarda do atraso imperialismo na América Latina. Temos ali, inclusive, um bilionário, aprontando o diabo. Articulando contra os governo populares. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (27 de junho. 2026)
sábado, 13 de junho de 2026
Imperialismo poppornográfico
A classe dominante quer um candidato para enfrentar o Lula. Está dividida. E a esquerda? Que vai fazer? Na Alemanha de Hitler, a burguesia votou nele. E hoje, o operário votou no Trump. Complicado. Precisamos sair desse processo de mistificação sobre democracia e capitalismo. Temos de entender porque a direita está popular. Esse povo é poppornográfico. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na rádio comunitária Campeche. (13.06.2026).
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por que matam a mãe gentil?
Mãe gentil. Por que a mãe gentil aparece em um dos hinos pátrios? E por que o homem brasileiro está matando a mulher? É que o poder está na mão do homem. Mas, tudo é mãe no nosso folclore, nos diz Câmara Cascudo. Então por que estão matando a mãe? Há que explicar isso aí... Esse ódio à mãe. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe da Rádio Comunitária Campeche. (06.06.2026)
quinta-feira, 4 de junho de 2026
De John Wayne a Donald Trump
Walt Whitman é um poeta estadunidense que queria ajudar o povo de lá a ser mais humano. Ele foi um cantor telúrico da natureza dos Estados Unidos. Ele usava a palavra como espaço político para revolucionar as relações. Ele amava a palavra Mississipi e achava que pelo ouvido poderia pacificar as pessoas. Mas, não deu certo. Aqui insisto na palavra Peabiru, o nome do caminho do sul, que é também uma semântica política. Creio que assim deveria se chamar Santa Catarina. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (31.05.2026)
terça-feira, 26 de maio de 2026
A mais-valia ideológica
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| Ludovico Silva |
Como pode existir uma extrema-direita popular? Como pode isso? Daqui do Rio de Janeiro eu sigo perguntando: porque o Jair ganhou as eleições? E porque o Javier venceu o peronismo? O conceito de indústria cultural tem de ser usado... e a capacidade que a direita tem de enrolar as pessoas precisa ser entendida. Daí a importância de ler Ludovico Silva. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (16.05.2026)
domingo, 26 de abril de 2026
Atração diabólica
Meu pesadelo de terror psicótico é o retorno de Bolsonaro em outubro. Isso atordoa a minha cabeça. É como se estivéssemos diante do demônio. Porque a direita de hoje é popular, está na crista da audiência. É preciso entender e explicar essa adoração por esses personagens diabólicos. O Trump é um vampiro loiro. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (25.04.2026)
domingo, 19 de abril de 2026
Viva Elaine Tavares
Uma singela homenagem para minha amiga jornalista Elaine Tavares, que desde há 20 anos comanda o programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche, em Florianópolis. Neste programa, há seis anos, ela divulgou o meu "Modo de Produção Acústico". Vida longa... Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (18.04.2026).
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Biomassa: ninguém deu bola
É necessário mudar a matriz energética do mundo. Mas, para qual? Há que ver, mas há que trocar. Isso se configurou agora, nesta guerra da cobiça imperialista. Onde houver petróleo, o imperialismo vai atuar. Vejam o que acontece na Venezuela. Aqui tentamos a biomassa, mas ninguém deu bola. O Brasil já poderia ter feito a travessia, porque nós temos a dádiva do sol. Haverá tempo ainda? Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (11.04.2026)
O petróleo é a guerra
Posso ser obsessivo, mas vou ficar falando da biomassa, lembrando o querido amigo Bautista Vidal. O petróleo é capitalismo e não pode haver socialismo com ele. Porque o socialismo tem de ser limpo. Já o petróleo é o modelo energético da guerra. Basta ver a guerra que está aí hoje. Comentário de Gilberto Felizberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (04.04.2026)
terça-feira, 7 de abril de 2026
O Irã é um Canudos
Quantas guerras promovidas pelos Estados Unidos ainda terei de assistir? A primeira que vi foi a do Vietnã. Uma guerra horrível, a gente via as imagens de gente despedaçada nos jornais. Hoje não. Tudo é limpo. Guerra cibernética. O Trump faz e acontece e ninguém faz nada. Rússia e China apenas assistem. O Irã é um Canudos. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (28.03.2026)
sábado, 28 de março de 2026
Petróleo, excremento del diablo
Não vou palpitar sobre a tecnologia da guerra dos EUA contra o Irã. Sabe-se que é tudo por conta do petróleo, o excremento do diabo. Então, o que posso fazer é dar meu testemunho vivido, do que aprendi com Marcelo Guimarães e Bautista Vidal sobre esse tal de combustível fóssil. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (21.03.2026).
sábado, 21 de março de 2026
Zé, o que que é guerra?
A guerra sempre vem antes da paz. Ela é uma política prolongada. A expansão máxima da luta de classes. E hoje é o drone pornográfico do Trump. Uma guerra sem artilharia, um cai-cai balão. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (14.03.2026)
domingo, 15 de março de 2026
Veio a guerra infame e miserável
A guerra pelo petróleo era apenas uma questão de tempo. Já se anunciava em 1974. Foi por isso que a escola da Biomassa, com Bautista Vidal, à frente inventou em alternativa energética. Uma energia vegetal. Não foi à toa que o imperialismo matou o pró-álcool. Hoje, com essa guerra, volta ao tema. É hora do Brasil ter vergonha na cara. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, na rádio comunitária Campeche. (06.03.2026)
quinta-feira, 12 de março de 2026
O eterno retorno do FMI da maldade
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| (Foto: REUTERS/Jonathan Ernst) |
Javier Milei é um palhaço do imperialismo, a mando de Donald Trump, fazendo padecer o povo argentino. É o reinado da mais-valia absoluta para pagar o FMI. Trump quer converter a Argentina em uma base da Otan e roubar a sua água. Trump quer roubar tudo. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (21.02.2026)
domingo, 15 de fevereiro de 2026
Conhecimento Acústico
Estou aposentado, mas tenho saudade de dar aula. Vou fazer isso por aqui. Falo de Frederico Jameson, Merleau Ponty, Sartre, Franz Fanon, Camilo Castelo Branco. Vislumbres de conceitos, literatura, política. Conhecimento em conta-gotas no modo de produção acústica. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (14.02.2026)
Por que somos pobres?
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| Fogo na Patagônia |
A miséria é concentrada. A cor da mais-valia. A mais-valia da cor divide o mundo. Mameluca Santa Catarina. E as pessoas dizem: parem de falar de política. Como? Somos um país rico, mas, por que somos pobres? O país é rico, nós somos pobres e o imperialismo está de olho na nossa energia. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche (07.02.2026)
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Nikolas Ferreira é baixinho
A extrema-direita da América Latina é cada vez mais popular. Ela cresce. E sua bandeira é pedir ajuda a Trump para resolver os problemas. Aqui no Brasil temos uma figura assim. É o tal de Nikolas Ferreira que quer ser candidato a presidente da República. E como combater essa extrema-direita. Tenho uma ideia sobre isso... Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (31.01.2026).
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Imperialismo é dólar mais petróleo
O dólar só vale porque compra petróleo. O diz dólar respeito ao poder militar. Tem que ter tanque na cabeça do árabe, tem que ter drone, bala. A guerra tem a ver com o dólar e o petróleo. O Donald é a expressão do Petrodólar neste mundo. Trotsky já antecipou uma fanfarronada do Trump. Os trópicos poderiam salvar o mundo do petróleo. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe da rádio comunitária Campeche. (23.01.2026)
domingo, 11 de janeiro de 2026
Venezuela também tem biomassa
Para pensar sobre o sequestro da maturidade por Trump, vem-me a frase de Álvaro Vieira Pinto: Os homens, não as armas, fazem as guerras. É que por trás da arma tem uma relação social. A opinião pública está "mitificando" a proeza estadunidense, passando a ideia de que o imperialismo é invencível. Não dá para fazer esse jogo. O petróleo hoje move o mundo, mas há outras matrizes energéticas no alvo dos EUA. A Venezuela também é rica em biomassa. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (10.01.2026)
domingo, 4 de janeiro de 2026
Guilherme Gravina desvenda Bautista Vidal
Um trabalho pioneiro. É que se pode dizer o texto final da tese Guilherme Gravina sobre o grande cientista Bautista Vidal. Esse é o primeiro trabalho na área da História a tratar do criador do Pró Álcool, abrindo assim novos caminhos para os historiadores. Conforme Guilherme, há que, com Bautista, pensar o espaço tropical e o capitalismo fóssil. Desvelar o sol na luta de classes, apontado para um proletariado solar. Esse é um texto que vai dar o que falar. Viva Bautista! Viva Gravina! Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, Rádio Comunitária Campeche. (27.12.2025).




























