A direita se assanha com o trans imperialista Donald Trump. Eleito pelo povo, diga-se, e com um tremendo apetite territorial. O fascismo tomou conta da sociedade estadunidense que está em decadência. Há um desespero do governo e das grandes empresas por conta da China. E sobra pra nós, inoculados pelo veneno da tela. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (11.01.2025)
segunda-feira, 13 de janeiro de 2025
quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
Por que não houve o golpe em 2023?
O golpe que não houve. Por que foi fracassado? Parece que não teve o sinal dos milicos estadunidenses, ao contrário do que aconteceu em 1964. Naqueles dias havia uma linha direta entre os militares daqui, a Fiesc e toda a turma. E em 2023, o que houve? Há que buscar as causas da não aprovação por parte dos EUA. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (28.12.2024)
domingo, 29 de dezembro de 2024
A Globo e o Lula
Ainda há que se estudar essa relação entre Lula e a Globo. Como pode tanto consentimento com uma emissora que tanto o maltratou? Será esta uma relação narcísica ou masoquista? O que leva Lula a perdoar sistematicamente as maldades da Globo contra ele? Todo o pecado do passado é perdoado. As portas do palácio se abrem para a Globo, algoz do Lula. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (21.12.2024).
segunda-feira, 16 de dezembro de 2024
A fala é o que converte
A rádio é um elemento importante da cultura brasileira, porque o brasileiro se informa pelo ouvido. O que comove o brasileiro é o som, o enchimento sonoro. Se vier a revolução socialista ela passará pela acústica. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, Rádio Comunitária Campeche. (14.12.2024)
terça-feira, 10 de dezembro de 2024
Mãe morta, povo morto
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| Imagem: Virginia Escudero Milla |
O que move a violência? Não é o complexo de Édipo, eu sei. Mas, a mãe tem um papel social e psicológico muito importante na vida das pessoas. Criança que não se alimenta do leite materno não se desenvolve. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (07.12.2024).
CLIQUE AQUI PARA OUVIRdomingo, 1 de dezembro de 2024
O golpe chanchada
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| Lula Marques/Agência Brasil |
Atenção jornalistas. A Polícia Federal não é o motor da história. Houve um golpe chanchada, mas há também uma tragédia colonial. O Estado, para a burguesia, é o quintal de casa. O golpe precisa ser visto pelo olho de fora a, afinal, somos uma país dependente. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (30.11.2024)
O punhal verde amarelo e psicótico
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| Foto: Joedson Alves/Agência Brasil |
Direita psicótica, existe? Trump, Bolsonaro, Milei. Expressão da burguesia do dinheiro fácil, descolada da produção. Uma continuação do mal do irracionalismo que destrói a vida. O capitalismo é a crueldade permanente. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (23.11.2024).
segunda-feira, 18 de novembro de 2024
Karl Marx, Gunder Frank, Walter da Silveira e Eu, o Jamesjoça
Fui chamado pelo saudoso mineiro Jarbas Medeiros de Giubther Felizbax Waskoncèllouz para afugentar o baixo-astral da minha vida. Agradou-me uma diatribe fonemática. De súbito virei húngaro e sobrinho compositor Béla Bartók, ainda que nasceu filho de Adelaide e Zolachio no interior de São Paulo.
O paulista branco, negro, mulato, não se liga na sorte dos brasileiros pobres de outras regiões. Estes, quando apaulistados, odeiam aqueles irmãos que estão vindo disputando o lugar dos velhos baianos. Que se dane o seringueiro pobre diabo de que falava Mário de Andrade. O separatismo do homem paulista não é apenas um sentimento da burguesia ilustrada que não curte Marçal Pablo.
O paulista rico e também o pobre paulista unidos pelo mesmo preconceito sobre o atraso do país. A mesma coisa ocorre com os brancos pobres em relação aos negros das regiões escravistas nos EUA. É surpreendente, mas não inexplicável, que intelectuais de alto nível como Monteiro Lobato e Mário de Andrade tenham feito parte de São Paulo da história do Brasil.
Essa esquizofrenia dualista do intelectual paulista, segundo Gunder Frank, originou-se da mistificação do café que teria gerado exclusivamente a indústria de São Paulo. A acumulação de São Paulo para São Paulo, uma região propensa ao influxo de capital estrangeiro como dinamo do progresso. O progresso do Planalto de Piratininga se converterá em subimperialismo na América Latina, disse a historiadora e amiga de João Goulart em Montevidéu, Vivian Trías.
Gunder Frank viveu no Rio de Janeiro em 1963, por coincidência o ano em que foi publicado o ensaio de Glauber Rocha Revisão Crítica do Cinema Brasileiro focalizando a questão cultural de São Paulo, análise semelhante à de Gunder Frank sobre a tesão cosmopolita. Não tenho informação se o cineasta não teria lido o autor de Desenvolvimento do Subdesenvolvimento, livro hegeliano marxista que inaugura uma linha de pensamento dialético na América Latina.
As ciências sociais em São Paulo se deram bem com o imperialismo norte-americano no poder em 1964.
O crítico baiano Walter da Silveira alertou Glauber Rocha que, depois de publicar A Revisão Crítica do Cinema Brasileiro, ele estaria proibido de pôr os pés em São Paulo.
Ao escrever sobre São Paulo e seus intelectuais, Gunder Frank leu Marx e Engels sobre a questão nacional da Irlanda, a primeira colônia moderna da Inglaterra cujo modelo é reproduzido em todas as colônias.
Karl Marx viu o proletariado mundial a partir da relação entre o proletário irlandês e o proletário inglês. A tarefa mais importante da associação internacional dos trabalhadores seria acelerar a revolução social na Inglaterra, e para atingir tal fim, tornar a Irlanda independente e emancipada. A classe operária inglesa tinha por imperativo histórico tomar consciência da situação nacional da Irlanda.
O operário irlandês, assolado pela fome e pelo pauperismo, vai trabalhar nas indústrias da Inglaterra, onde é hostilizado pelo operário inglês que o vê como concorrente que faz baixar os seus novatos.
Meteco filho da puta!
A burguesia inglesa se aproveita do antagonismo entre o operário inglês e o operário irlandês. Isto é visto com preconceito social, cultural e religioso. Engels perguntou o que era o irlandês sublinhando o seu caráter primitivo, semisselvagem, cheio de fúria, verdadeiro sans-culotte, sem esquecer que suas duas amantes, Mary e Lizzy Burns, revolucionárias e irmãs entre si, foram irlandesas.
Os pobres na Inglaterra são os irlandeses odiados por tirarem os empregos dos ingleses.
Oscar Wilde, irlandês da mais fina elite (filho de médico e mãe escritora), viajou para Oxford e teve que falar o inglês impecável, sem nenhum sotaque estrangeiro. A opressão inglesa é um assunto abordado por todos os grandes escritores irlandeses, ainda que não tenha sido influenciado pelos escritos de Marx e Engels sobre a Irlanda moderna, Oscar Wilde, James Joyce, Yeats, Bernard Shaw, Samuel Becket.
O irlandês trabalhou para se tornar pobre, bêbado, tarado, sujo. Não é diferente do proleta brasileiro enriquecendo o bolso do Musk & Trump.
Marx e Engels batalharam para que houvesse a aliança entre a classe oprimida da Irlanda e a classe oprimida da Inglaterra.
A questão nacional irlandesa não é âmago da história do marxismo, inclusive na América Latina colonizada, dependente e subdesenvolvida.
A Internacional Reacionária
A direita vai tomar conta do mundo, a passos largos. Fato irrefutável. Precisamos saber os motivos disso. Como a direita vai vencer, e pelo voto popular. Como? É uma psicose? Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (16.11.2024)
Foto: (crédito: Caio Gomez)
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O Trump é a treva
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