quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Abajo el colonialismo do Data-Cocô


Não tem como a indústria hi-tech prescindir das matérias primas. Nióbio, manganês, estanho, zinco, cobre, fosfato. De Minas ao Piauí, os urubus estão de olho nas riquezas minerais. Vivemos os tempos do Data-Cocô, com a ingestão do próprio excremento. Um chip que dura dois anos é feito com material fóssil, que demora milhões de anos pra se formar. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (19.09.2026)

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